sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A evolução do Ensino a Distancia

O ensino a distância – EAD, é uma opção prática e interessante para as pessoas que não conseguem frequentar uma universidade, devido a falta de tempo, recurso ou dificuldade de acesso; ou seja, é um modelo educacional em que a aprendizagem não tem limitações espaciais ou temporais. Os primeiros cursos dentro dessa modalidade surgiram nos Estados Unidos, e eram feitos por correspondência. No Brasil, há registros a respeito desde os primeiros anos do século XX, mas em graduação a primeira experiência foi da Universidade Federal de Mato Grosso, em 1995, oferecendo cursos a distância aos professores da rede de ensino.
No início, esses cursos não eram bem aceitos pelas empresas e até mesmo as pessoas tinham certo receio em testá-los pela ausência do contato presencial. O conteúdo online não transmitia confiança e credibilidade, e essa nova forma de aprendizado ainda era muito recente, portanto não existiam resultados que comprovassem sua eficiência. No entanto, em apenas cinco anos, o número de alunos que concluiu o curso superior por meio do EAD cresceu de 131 para 25.804, assim como o número de modalidades oferecidas, que subiu de 10 para 349.
Para Constantino Cavalheiro, diretor da Catho Educação Executiva, os cursos a distância não devem ser diferenciados dos demais, já que ambos atingem o mesmo objetivo que é capacitar a pessoa. “A importância do curso a distância é qualificar os profissionais para que aumentem sua produtividade e tragam mais resultados para a empresa, conseguindo dessa forma avançar na carreira. A gente fala muito em cursos online e cursos presenciais, mas a verdade é que qualquer uma dessas modalidades é igualmente importante na qualificação do profissional. São formas diferentes de atingir o mesmo objetivo”, explica. “É como aprender inglês, por exemplo, você pode fazer cursos online, pode aprender no Brasil, pode estudar no exterior, há diversas formas, mas o que vai importar no final é se você fala ou não fala, isso que vai fazer a diferença”.
Não há como definir o motivo pelo qual as pessoas procuram o EAD, mas é notável que as causas tenham mudado com o passar do tempo e atualmente muitos escolham a modalidade à distância; não só pela comodidade, mas por se identificarem com a forma de como os cursos são aplicados, com a possibilidade de gerir o seu próprio tempo e de realizar o estudo no momento e ocasião mais oportunos. Muitas vezes não há como estudar para uma prova ou sair mais cedo do trabalho para concluir um trabalho de faculdade, coisas que não são necessárias quando se estuda no sistema online.
“No início, as pessoas procuraram a educação a distância porque não tinham uma outra opção. Por exemplo, pessoas que residiam no interior do Brasil e não tinham fácil acesso a uma universidade de qualidade, ou profissionais que trabalhavam e não conseguiam, de uma certa maneira, frequentar a universidade presencial”, menciona Carlos Eduardo Bielshcowsky, secretário de Educação a Distância do MEC. “O que percebemos é que cada vez mais cresce o número de pessoas que optam pela educação a distância, porque gostam do método, preferem uma metodologia em que possam ter mais autonomia. Muitos poderiam optar por fazer pelo presencial, mas gostam desse processo, no Brasil e no mundo, onde caminham de forma mais solta, ficam menos tempo assistindo uma aula e mais tempo discutindo, construindo seu conhecimento”.

Vantagens

As vantagens do ensino à distância são diversas, o que valoriza e aumenta sua procura. Para Steven Beggs, CEO da Seven Idiomas, o grande diferencial destes cursos é a capacidade de atender pessoas que dificilmente conseguiriam concluir uma graduação, principalmente por conta da dificuldade de acesso. “Ano passado, por exemplo, eu estava viajando no interior do Tocantins e tinha gente fazendo faculdade a distância em lugares onde não há universidade”, relata. “É inestimável essa possibilidade dos que não teriam acesso em concluir o ensino superior. E esse é o grande ?boom’ do EAD.”
Para Constantino as vantagens também se estendem às instituições de ensino, e os pontos positivos do EAD são diversos:
* Flexibilidade de local e horário: poder estudar onde e quando quiser ou puder
* Economia de tempo e dinheiro: via de regra, e embora haja exceções, os cursos online são mais em conta do que os cursos presenciais, além da própria economia diretamente relacionada ao curso, economia de tempo e dinheiro com deslocamento, refeições e uma série de outros aspectos pertinentes.
* Uniformização e rápida atualização: no sistema online, a pessoa faz as atualizações necessárias do conteúdo e aquilo já fica disponível para um número grande de pessoas. No sistema presencial, ainda que haja professores multiplicando esse conhecimento em várias regiões do país, muitas vezes essa atualização não acontece de forma tão instantânea.
* Maior controle da instituição e do próprio treinando sobre o seu aprendizado: o estudante consegue acompanhar as unidades que já realizou e as avaliações que precisa refazer, e a instituição tem acesso aos relatórios de acompanhamento, verificando os erros e acertos, as atividades que o aluno já desempenhou, suas avaliações , e isso tudo de uma forma muito mais ágil e automática.
* Conforto sem constrangimentos: No curso presencial, é perceptível que o número de pessoas que perguntam sobre o conteúdo é muito pequeno, dado o medo de se expor. No curso online, esse problema já não existe, pois a pessoa está protegida pelo anonimato da tela do computador e se sente muito mais a vontade para questionar.
* Cada um pode estudar no seu próprio ritmo: O aluno pode adequar seus estudos em função de suas atividades e agenda, da forma que melhor lhe convir.
* Flexibilidade de aprendizagem: Significa se aprofundar nos conteúdos mais importantes. A modalidade online possibilita passar um pouco mais rápido por aqueles conteúdos nos quais o aluno já possui conhecimento prévio para se aprofundar mais nos conteúdos que desconheça ou tem tenha maior dificuldade.
As desvantagens também existem, no entanto embora muitos mencionem a falta de contato entre alunos e professores como um ponto negativo principal, com o avanço da tecnologia já existem universidades que possibilitam essa integração semelhante a uma sala de aula, com a única diferença das pessoas não ocuparem o mesmo espaço. Além disso, o comprometimento e a disciplina também podem ser citados como fatores restritivos para quem possui dificuldade em se organizar e administrar a si próprio.

Visão das empresas

Além da alta procura por esse tipo de formação, muitas empresas também passaram a investir nos treinamentos e capacitação dos colaboradores por conta de cursos online. Algumas modalidades, como as oferecidas pela Catho Educação Executiva já disponibilizam certificados de conclusão que podem ser impressos pelos profissionais, e além disso o custo benefício acaba sendo muito maior do que o oferecido pelos treinamentos convencionais.
“Os cursos online são uma verdadeira democratização do acesso ao conhecimento, beneficiando os funcionários, os gestores e as empresas”, define Constantino. “Por exemplo, nosso produto Treinamento Empresarial Online, possibilita que pelo custo de uma participação numa conferência a empresa consiga treinar todos seus colaboradores. Com isto, os profissionais ficam mais capacitados, aumentam sua produtividade e conseguem entregar mais resultado. Hoje com um gasto muito menor, as empresas conseguem capacitar muito mais colaboradores”.
Presencial ou a distância, é importante que o aluno tenha recursos para aprender e se desenvolver em todos os cursos que realiza. Oferecer ferramentas e suporte é a chave para um aprendizado adequado e de sucesso. “De fato, o EAD é um desafio para um país como o Brasil, de dimensões continentais e onde a diversidade é tão contrastante do ponto de vista econômico, social e cultural. Entretanto, é uma exigência do Ministério da Educação que os cursos a distância ofereçam também infraestrutura física mínima para os alunos. Por isso, os pólos presenciais são importantes. Acima de tudo é importante que seja exigido um ensino qualificado, elevando a educação a distância a um patamar de qualidade pra que ela cresça e se estabeleça definitivamente.”, conclui Carlos.

EaD HOJE

Nos últimos anos, a Educação A Distância (EAD) cresceu mais de 900% em número de alunos. O Brasil tem, hoje, 870 mil estudantes matriculados em cursos a distância e, segundo informações do Ministério da Educação (MEC), este número pode chegar a um milhão ainda esse ano.

Livro de referência no assunto, composto por artigos de 50 autores, especialistas de todo o Brasil, “Educação a Distância: o estado da arte” – ganhador do Prêmio Jabuti 2008 –, terá seu segundo volume lançado durante o 17º Congresso Internacional de Educação a Distância, que iniciou dia 30/08, em Manaus (AM), e segue até hoje (02/09).
A obra reúne capítulos inéditos, como o texto do ex reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Carlos de Azevedo, falecido em 23 de fevereiro deste ano. No artigo, o educador retrata as dificuldades de ordem política e cultural enfrentadas para iniciar um programa de EAD em sua instituição. Há ainda novas perspectivas, mais atuais, sobre temas não abordadas em 2008, data do lançamento do Volume 1.
Há também abordagens sobre o uso de EAD no sistema prisional, questões de direitos autorais e, ainda, a superação de barreiras no ensino a distância na região amazônica. Outros temas discutidos atualmente, como redes sociais e aprendizagem por meio de comunidades virtuais também compõem a obra.
Referência em EAD, a nova edição foi organizada pelo norte-americano naturalizado no Brasi,l Fredric M. Litto, juntamente com Marcos Formiga. Ambos representam a Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), organizadora do evento. Na ocasião do lançamento, também será divulgado o Censo EAD.br 2010 – Relatório Analítico da Aprendizagem a Distância no Brasil

17º Congresso Internacional de Educação a Distância

Acontece nos dias 30 agosto a 2 de setembro, o 17º Congresso Internacional de Educação a Distância. Com o tema “A Grande Conversação: Diferentes Formas de Aprender, Conteúdos Variados e Tecnologias Diferenciadas – Interação com Diversidade”, o Congresso será realizado em um dos mais luxosos hotéis da região Norte, o Tropical Hotel, localizado na Av. Coronel Teixeira, 1.320 – Ponte Negra.
O Congresso terá em sua programação mini-cursos que serão ministrados por especialistas pesquisadores com foco nos diversos aspectos do Ensino a Distancia, e são destinados a educadores, coordenadores, gerentes de treinamentos, pesquisadores, enfim, todos aqueles que são envolvidos com o EAD. Os curso terão a duração de seis horas e será uma reunião de especialistas com experiências em diversos lugares, com mais informações sobre as diversas faces EAD.
O evento é promovido pela Associação Brasileira de Educação a Distância e é uma grande oportunidade para os participantes trocarem ideias e experiências com relação ao planejamento, implantação e operação de programas de EAD na instituição de ensino, ou na entidade corporativa ou governamental.
A 17ª Edição do Congresso será coordenada pelo Professor Mestre Robson Santos da Silva, além de brasileiros o evento contará com a presença de diversos países. Mais informações e inscrições em: www.abed.org.br/congresso2011

DESAFIO DE APRENDIZAGEM

Historia, progresso e sucesso da EaD
Reconheço que mesmo atuando em EaD conhecia pouco sobre o surgimento e evolução desta modalidade de ensino, e durante um curto período de leitura e pesquisa poço dizer que muito me foi acrescentado, alem de uma  nova visão da educação a distancia, esclarecimento sobre a função, o papel do professor mediador, o tutor presencial e até mesmo uma afinidade com a especificidade da proposta pedagógica e da metodologia. Verificando assim que a EaD é um campo bastante complexo e interessante e que vários setores da sociedade estão debatendo, discutindo e apostando nesta modalidade de educação.
 A  educação a distância – EaD é uma modalidade de educação onde professores e alunos estão separado e a interação é realizada e mediada por tecnologias  de informação e comunicação, as chamadas TIC’S, utilizando de ferramentas  bastante conhecidas e utilizadas  atualmente, como blogs, wikis, moodle, Chat, Google Aps  e muitos outros.  Mas antes das TIC’S  a EaD possuía uma longa historia,  desde os primórdios onde o homem da caverna utilizava desenhos em paredes de pedras para passar conhecimentos e no século XV com o surgimento da imprensa por Gutenberg; Mas vale ressaltar que a EaD se propagou realmente no século XIX com a criação dos cursos por correspondências,  e no século seguinte  surge a segunda geração de educação a distancia com novas mídias (TV,radio, fitas, telefones e etc.) e universidades abertas que realizou diversas experiências  pedagógicas. E é neste momento que emerge o grande interesse pela EaD.  Então surge a terceira e atual geração  da EaD,  a EaD –online,  se firmando realmente  como  tendência educacional, e com essa grande  difusão surge ainda  mais interesses e esforços em prol da EaD, das diversas áreas, alem das universidades, os institutos, associações, organizações e do  ministério marinha, na intenção de utilizar e especializar em EaD. E diante de tanta empolgação e inovação, surge a cada dia maiores oportunidades, incentivos e facilidade para os indivíduos buscarem e receberem  instruções, orientações e formação acadêmicas, oportunidades estas que o ensino regular presencial não pode e ou não consegue oferecer devidos a vários fatores  econômicos, políticos e culturais do nosso pais
No Brasil a EaD  também apresentou ao longo da historia  varias características e tendências de acordo com cada período  e suas especificidades vigentes, como a busca pela qualificação da mão de obra  pós revolução industrial, as profissionalizações por correspondências através do pioneiro Instituto Universal Brasileiro –UIB e o SENAC E SESC  que atuam até hoje oferecendo cursos e capacitação a distancia. Nesse período varias experiências foram implantadas  no Brasil através do Ministério da Educação e Cultura- MEC, e por outros projetos como MEB, projeto SACI, projeto Minerava, Tele cursos, TV  Escola e outros. E diante desse cenário há necessidade de criar um órgão fiscalizador, emergindo assim o Referencial de Qualidade em EaD, que serve de referencial norteador  para subsidiar  atos legais, regularização, supervisão e avaliação  da modalidade, e  que através da LDB de 1996, art. 80, torna oficial a EaD, e o credenciamento de instituições  a distancia para oferecer cursos em todos os níveis  e modalidades , graduações, educação profissional  e  tecnológico a distancia.
O sucesso e o progresso da EaD se deu  devido a vários fatores como os já citados, o interesse, o aumento na busca,  e essencialmente por dois   outros grandes motivos, inicialmente devidos as três  gerações de pedagogias para EaD, a Behaviorista da EaD com Edward Watson, John Thordike e Skinner, que impulsionaram  o desing instrucional que envolve o planejamento e produção  de material instrucionais. A pedagogia  Socioconstrutivista da EaD,  baseada em Piaget, Vygostski e Dewey que possibilitaram oportunidades  para interação entre professor e alunos. E a pedagogia Conectivista da EaD surgida mais recentemente com a era das redes, onde afirmam  que o aprendiz  não tem que memorizar  ou mesmo aprender tudo, mas que deve ser capaz  de encontrar  o conhecimento onde e quando necessário.  E seguida e não menos importante a mudança de comportamento, e de perfil dos personagens envolvidos que exercem novos papeis nesse processo de aprendizagem, o aluno autônomo e consciente e professor gestor de aprendizagem. E podemos dizer que além desses fatores, há um grande empenho das figuras e instituições publicas e políticas, e de profissionais que vislumbram novas oportunidades  no mercado de trabalho.  E esse sucesso, a eficiência, a qualidade, a ética e necessidade da EaD,  é demonstrado através de   importantes estudos  e pesquisas, e que  em algumas  delas  colocam  que os alunos que estudam em cursos a distancia apresentam resultados superiores a que estudam em cursos presenciais. Demonstram também que através da EaD o ensino superior cresce mais que o básico, e que ainda existe uma porcentagem significativas dos cursos voltados para os profissionais da educação. Diante de tantos detalhes e fatos podemos dizer que a EaD veio mesmo para ficar.
E alem do já exposto sabemos que também existe uma questão muito importante, que é a possibilidade da inserção social do individuo, que por várias situações encontram excluídos do direito educacional, intelectual, profissional e até  mesmo econômico, e que, com a EaD vislumbra um novo cenário e participação de pertencimento no mundo. E mesmo com  as criticas negativas, mitos e preconceitos  a expectativa e que EaD conquiste a cada dia um novo espaço e é possível até mesmo prever que  EaD ainda galga um grande espaço na historia da educação, com novas tendências pedagógicas e recursos educacionais e o uso de novas tecnologias de comunicação.

Distancia Transacional

       De acordo com  Michel Moore  "o sucesso da EAD depende devarios aspectos, e uma em especial e a superação da distancia, entre professore e alunosque afeta  o processo de aprendizagem. Entretando, a partir desse distancia fica mesmo temporal, surge um novo espaço pedagogico e psicologico, no qual ocorre  uma forma difernte de comunicação, uma  nova transação. E e denomina esso novo espaço , criado pela EaD, de distancia transacional. Nesse sentido  há tres variaveis que interferem na distancia transacional, a interação, a estrutura dos programas e o grau de automina do aluno". Diante disso a necessidade de profisionais qualificados que aseguram aos alunos ambiente favoravel de aprendizagem, que possuem habilidades e conhecimentos que facilitem a interação, o desenvolvimento do ensino a distancia.

O professor na EaD

 "Os professores passam a ser compreendidos como animadores da inteligência coletiva, e sua atividade será fundamentalmente o acompanhamento e a gestão da aprendizagem, com o estímulo à troca de conhecimento e mediação ".               

Para pensar

A ninguém deve ser negada a oportunidade de aprender, por ser pobre, geograficamente isolado, socialmente marginalizado, doente, institucionalizado ou qualquer outra forma que impeça o seu acesso a uma instituição. Estes são os elementos que supõem o reconhecimento de uma liberdade para decidir se se quer ou não estudar

(Charles Wedemeyer, apud Keegan, 1986)

Profissão professor

Quem disse que tal profissão não é recompensada? É verdade que sempre esperamos mais. Afinal, isso é inerente ao ser humano, a busca constante.

Onde acontece o grande encontro? Em uma sala presencial, onde podemos ver o outro, tocá-lo, senti-lo... Ou por meio do virtual?  Onde também, registramos nossas emoções e nossos conhecimentos. E com tais emoções e conhecimentos, também tocamos o outro e proporcionamos afetividade, alegria, tristeza...

Quantas vezes na correção de textos viajamos na emoção do outro?
Quantas vezes nos feedbacks tocamos os outros, ou nos permitimos ser tocados?

Ao sermos, mediadores da EAD, iniciamos um grande encontro: o de nos permitir avançar no tempo do conhecimento, através, do espaço virtual. O acesso a informação nos permite participar efetivamente da sociedade. Com isto, não estamos afirmando que o acesso à informação, necessariamente, se transforma em conhecimento.
O que faz a diferença é realmente o processo de aprendizagem que deve ocorrer ao longo de toda a vida. E deste processo, nós, sem dúvida, somos agentes de nossa própria transformação. Como também, com a grande participação do outro.
Edenilza de Almeida Marques – Graduada em Pedagogia pela UFPB – Especialista em Gestão Educacional – Atualmente, Professora Mediadora a Distância da UAB/UFPB e Assistente de Coordenação do Colégio Marista Pio X.

O designer instrucional

        O designer instrucional é descrito por Filatro como um modelador do futuro, um construtor, que atuaria no cruzamento entre a educação, a arte, a tecnologia e a administração, sendo capaz de gerenciar equipes e projetos. Como arquiteto da aprendizagem, o designer instrucional tem o desafio de respeitar a cultura da instituição, dos alunos e dos professores. Outro desafio é atingir um equilíbrio ideal para o aprendizado entre atividades mais independentes e mais colaborativas.